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Novo nome, nova logo, novo layout. Tudo novo para uma nova fase.

Se você acompanhava o blog http://promoverpropaganda.wordpress.com/, agora vai poder ler tudo sobre mídias alternativas, e-commerce, redes sociais, e-mail marketing e web marketing no Prommover.com.

Críticas e sugestões sobre a nova fase do blog serão bem-vindas. Fiquem à vontade também para comentar!

A Frost & Sullivan divulgou uma pesquisa sobre redes sociais com usuários de internet no Brasil produzida durante o mês de junho de 2010. O estudo analisou a atual penetração dos usuários em diferentes redes sociais, assim como as características de uso e a influência das redes no processo de compra de produtos e serviços dos consumidores.

Dentre os usuários que possuem redes sociais, pelo menos 25% afirmaram ter utilizado alguma mídia social para auxiliá-los no processo de compra de um produto nos últimos seis meses. A utilização de ferramentas de vídeo e pesquisa sobre empresas em fóruns e comunidades se destacam como as mais populares.

De acordo com o analista de pesquisa da Frost & Sullivan, Fernando Belfort, cada rede social possui um perfil bem específico com relação a idade e escolaridade. Estas características se tornam mais evidentes quando levado em consideração os consumidores que já utilizam esses serviços em seus processos de compra. Para o especialista, as redes sociais se tornaram extremamente populares no Brasil. Ele lembra que mais de 60% dos usuários de internet que possuem redes sociais, estão cadastrados em mais de duas redes ao mesmo tempo.

Avessa a divulgar números, a Amazon.com jogou alguma luz no desempenho de mercado de seu leitor de e-books Kindle. Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (19/7), a empresa afirmou que nos últimos meses seus e-books têm superado, em unidades, a venda de livros de papel de capa dura.

De acordo com a empresa, nos últimos três meses, para cada cem livros de capa dura comercializados foram vendidos 143 livros para o Kindle. Tomando-se por base o mês de junho, foram vendidos 180 e-books via Kindle para cada cem livros de capa dura.

No mesmo comunicado, a Amazom.com disse ter vendido três vezes mais e-books para o Kindle no primeiro semestre de 2010 em comparação com o mesmo período de 2009.

A Amazon.com também citou dados da Associação das Editoras Americanas, que contabilizou um crescimento de 163% em maio e de 207%  de janeiro a maio. “As vendas de livros via Kindle tanto em maio quanto no período de janeiro a maio superaram essas taxas de crescimento”, afirma a empresa, no comunicado.

A empresa também cita cinco autores que venderam, cada um, mais de 500 mil exemplares eletrônicos para o Kindle: Charlaine Harris, Stieg Larsson, Stephenie Meyer, James Patterson e Nora Roberts. A loja Kindle dos EUA tem mais de 630 mil livros, dos quais 510 mil são vendidos por 9,99 dólares ou menos.

“Milhões de pessoas já leem livros no Kindle, e o aparelho é o item número 1 em vendas na Amazon.com por dois anos seguidos”, enfatiza a empresa. As vendas do aparelho têm crescido mês a mês no segundo trimestre, tanto na comparação com o mês anterior como em relação ao mesmo mês do ano passado.

Fonte: EcommerceNews

São 176,8 milhões de celulares, ou uma densidade de 91,7 cel./habitante, onde 82,5% são pré-pagos. A venda de smartphones no Brasil cresceu 15,1% em 2009 e, aliado ao uso do 3G, usado por 8,1 milhões de consumidores, o celular fica ainda mais fortalecido com um canal de comunicação on-to-one.

Na classe A, 14% dos donos de linhas já usam Internet pelo celular.

Dentre os principais conteúdos acessados via celular, PDA e smartphones, destacam-se as redes sociais, música e esportes (ver gráfico abaixo).

O acesso a vídeo na Internet também tem crescido bastante (ver imagem abaixo) e isso demonstra uma grande potencialidade para que os números de acessos a internet móvel cresçam ainda mais, uma vez que a tecnologia mobile tende também a evoluir e possibilitar novas experiências para usuários.

Fonte: EcommerceNews

A globalização está cada vez mais presente em nossas vidas, emergindo grandes oportunidades em situações simples. É importante ficar atento para acompanhar e participar das ações durante a construção dessa nova sociedade.

Uma ação realizada no Brasil já tem meios para se propagar praticamente em tempo real em qualquer parte do mundo. Um exemplo recente foi o “CALA A BOCA GALVÃO”, que movimentou brasileiros e estrangeiros pelo Twitter durante boa parte da última edição da Copa do Mundo. Comentários e “hashtags” relacionadas à narração do locutor Galvão Bueno ganharam espaço na rede através dos tópicos mundiais do microblogging e despertaram a curiosidade da imprensa mundial e adeptos do serviço, conquistando capas em revistas, jornais e até noticiários de televisão.

Com o passar dos anos, os blogs se tornaram um dos principais mecanismo de comunicação na internet. O objetivo era permitir que além dos profissionais, os leigos também pudessem produzir conteúdo de qualidade e disponibilizar em um formato simples e rápido. A constante contribuição com ideias transforma os blogs em uma grande base de conhecimento para a sociedade, que através das ferramentas de buscas modernas como Google, Yahoo! e Bing, encontram qualquer publicação na internet.

Há 10 anos era preciso fazer um cadastro em um portal de páginas amarelas para encontrarem o seu site na internet. Agora, ao deixar apenas um comentário em qualquer blog e indicar o seu link, ele já é automaticamente varrido pelas ferramentas de buscas e indexados em uma velocidade incrível, chegando ao tempo real.

Com tanto conteúdo disponível e gratuito, a principal moeda de pagamento é um comentário sobre o conteúdo que você acabou de ler, uma recomendação no Facebook e até uma indicação em seu próprio blog. Estamos falando de uma moeda baseada em feedback, pois para quem está escrevendo não existe melhor pagamento do que saber que conseguiu contribuir positivamente com aquele texto.

Às vezes um texto demora dias para ser formulado até ficar pronto; vale dedicar ao menos um minuto para dizer algo, desde um complementando com mais informações até sugestões de dicas que enriqueçam o conteúdo. Repassar o link em suas redes sociais aumenta a sua relevância e faz com que as pessoas fiquem aguardando outras recomendações suas.

Com as novas ferramentas de busca rastreando toda a web dinâmica, surgiu o conhecido SEO (Search Engine Optimization), que consiste em preparar o conteúdo de seu site para ser melhor encontrado pelos motores de buscas. O que muita gente não sabe é que mesmo antes do surgimento do Twitter, essa indexação baseada em reputação já era avaliada, justamente por meio de links. Quando você comenta em um blog de conteúdo relevante e similar ao seu, é como se esse site desse uma indicação indireta e destaque para o seu blog.

Com o Twitter, o poder dessa relevância está cada vez maior e em tempo real. Será cada vez mais crescente que as ferramentas de busca tragam como primeiro resultado as recomendações dos seus amigos. Ferramentas atuais como o Foursquare sinalizam mais um avanço ligando informações de recomendação com os dados de geolocalização obtidos através de qualquer smartphone com GPS localizando um estabelecimento que você está no momento e registrando a sua opinião.

Os comentários sociais aumentam a sua importância dentro do seu contexto social fazendo valer cada vez a sua importância como um agregador, destacando a sua opinião e integrando com outras opiniões para termos resultados cada vez mais relevantes.

A internet é a maior plataforma de colaboração do mundo onde as pessoas se comunicam diariamente compartilhando experiências e se aproximando, apesar das distâncias. O sucesso observado nas principais redes sociais como Facebook, que já tem mais usuários do que a população total de alguns países no mundo, nos traz a importância de participar cada vez mais no mundo digital, destacando-se dentro do seu grupo social.

As empresas de comunicação tradicional estão vivendo verdadeiras quebras de paradigmas neste momento. Todas estavam acostumadas com a comunicação em uma única direção, onde apenas elas falavam. Agora o feedback imediato da pessoa que está do outro lado é uma ferramenta  de trabalho indispensável.

A sua opinião é muito importante, e todos devem se preparar para ouvir, adaptar e melhorar conforme as respostas recebidas. Ao invés de ser uma crítica, é uma transformação e fidelização. Só através de ações como essas, as empresas podem conseguir envolver o leitor e/ou telespectador como um parceiro na construção do conteúdo. Quando essa parceria se concretiza, construímos uma grande fidelidade que faz a diferença em um mercado tão competitivo.

Experimente interagir em blogs, redes sociais e de conteúdo do seu interesse. Você vai perceber como outras pessoas vão aguardar novas trocas de informações e recomendações de leitura. É um conceito de marketing viral que você pode usar justamente para ampliar o seu conhecimento, construir novas pontes de amizades e, o mais importante, networking profissional.

Agora mesmo reserve um minuto e comente o que você acabou de ler. Mostre o quanto é importante participar com a sua opinião. Sempre que encontrar um conteúdo do seu interesse, divulgue usando as ferramentas sociais e atraia uma grande credibilidade nas suas indicações – além de pessoas com interesse no mesmo tema. Ao registrar a sua opinião sobre determinado tema, você está retribuindo o autor da melhor forma possível, além de se destacar como uma pessoa que recomenda bons conteúdos.

Fonte: Imasters

E-mail marketing dá resultado. Mas muitas empresas ainda não fazem e-mail marketing como deveriam. Para obter o máximo resultado em uma campanha de e-mail marketing é preciso estar atento a alguns conceitos e critérios que podem fazer toda a diferença. Observando as melhores práticas de empresas que estão obtendo resultados muito expressivos em e-mail marketing, procurei sintetizar alguns conceitos para resumir as linhas gerais de uma boa campanha de e-mail marketing. Não tenho a pretensão de esgotar o tema, mas vejo grandes oportunidades sendo desperdiçadas por puro desconhecimento de clientes e, até, de agências de propaganda, tradicionais ou digitais. Meu objetivo é justamente levá-los a uma reflexão. E, para ficarmos alinhados com o velho marketing, adotei também quatro Ps. Os 4 Ps do e-mail marketing são: Proposta, Pertinência, Permissão e Permanência

1 – Proposta
A proposta é a síntese do que a empresa está oferecendo ao mercado via e-mail. Ou seja, qual é o produto/serviço comercializado e em que condições, como preço, prazo, condições de pagamento, promoções de venda. Faz parte da proposta, também, a apresentação visual e a mensagem, com uma idéia instigante, uma comunicação persuasiva, um layout claro e atraente, evitando-se o uso de palavras que podem ser indicativas de mensagens de spam e que são analisadas e classificadas pelos principais provedores do mercado. Por fim, a proposta do e-mail marketing realizado deve estar integrada com outras ações de comunicação para potencializar o resultado e aproveitar o que cada mídia tem de melhor a oferecer.

E, entenda-se por mídia não apenas os veículos de comunicação tradicionais, mas também, ações de telemarketing ativo e receptivo e vendas pessoais. Todos têm que estar alinhados, falando a mesma língua, mas respeitando suas próprias características. Se lembrarmos que o Easy Mailing, bem como outros bons sistemas de gerenciamento de e-mail marketing do mercado, fornece informações precisas e confiáveis sobre quem viu a campanha de e-mail marketing – e em que produtos/serviços está interessado – o potencial para criar ações de cross media é enorme.

2 – Pertinência
Neste aspecto, o e-mail marketing pode ser uma experiência desejável – e até agradável –para seu público. Ou ser uma sogra chata que insiste em lhe visitar nas horas mais inconvenientes. A pertinência diz respeito a quanto sua empresa e sua proposta são relevantes para seu público. Neste caso, para sua base de clientes e prospects. Não adianta mandar e-mail de uma Pet Shop para quem não tem animal de estimação, correto? A não ser que a proposta seja, justamente, sobre as vantagens e alegrias de se ter um bichinho. A pertinência não está apenas no produto em relação ao público, mas no próprio teor da mensagem e na adequação ao seu público que, afinal, fazem parte da Proposta.

Pertinentes também devem ser as listas de e-mail utilizadas em uma campanha de e-mail marketing. Deve-se evitar as empresas que divulgam – via spam – listas milagrosas de milhares ou milhões de e-mails a preços absurdamente baixos. Por outro lado, é possível alavancar o crescimento da própria base de contatos cadastrados de uma empresa usando-a para este fim. A criação de uma campanha de opt-in (cadastro para recebimento de e-mails da empresa ou produto) a partir de indicação de amigos dos clientes que, eventualmente, compartilham o mesmo interesse sobre seu produto e empresa, com oferta de algum benefício para quem se cadastrar em seu site, é apenas uma, entre várias idéias criativas, que podem ser implementadas. Se a empresa possui lojas físicas, é fundamental cadastrar o e-mail dos seus clientes no ato da compra e pedir-lhes autorização para enviar e-mails. Se os produtos de uma empresa são pertinentes para quem os consome, o mesmo pode valer para sua campanha de e-mail marketing.

Defendo a visão de que e-mail marketing é como mala-direta impressa. Às vezes recebo folhetos que não me interessam. E o destino é o lixo. Porém, algumas vezes, acabo por descobrir um produto que me desperta o interesse. Mesmo sem pedir para receber essa mala-direta, ela acabou me trazendo uma informação nova e desejável. No caso do e-mail, é até melhor e ecologicamente responsável: não consome papel, pode ser deletado a um simples clique e é muito, muito mais barato.

3 – Permissão
Independentemente da base de dados de e-mail ser grande ou pequena, lembre-se: respeite a opção de descadastro do seu público. Esse é um aspecto do e-mail marketing que não tem paralelo no mundo físico. O respeito à opção de descadastramento de seu cliente ou prospect deve ser observado religiosamente, acima de tudo. Mas o tão comentado opt-out (descadastro) não deve ser visto, necessariamente, como algo negativo. Trata-se, também, de uma excelente oportunidade para a empresa entender o que tem valor para seu público, o que ele deseja, quais necessidades que não estão sendo atendidas e porque não está satisfeito com sua comunicação via e-mail. Uma amostragem qualitativa de quem fez opt-out é um material rico para uma pesquisa por telefone, mala-direta ou, até mesmo, pessoal. E seu público vai ficar muito satisfeito e encantado ao ver que sua empresa realmente o valoriza e quer lhe atender melhor. Provavelmente, muitos vão querer voltar a receber seus e-mails.

Quem não respeita o opt-out faz spam, mesmo que a base seja de seus próprios clientes. E isso traz prejuízo à sua imagem. E ao próprio mercado de e-mail marketing sério, que se esforça para mostrar que oferece uma mídia com relação custo/beneficio sem precedentes e que deve ser, sempre, levada em consideração no planejamento de comunicação de uma empresa.

4 – Permanência
Se o e-mail marketing é uma mídia, ele também está sujeito à necessidade de repetição, de freqüência na exposição. Não da mesma mensagem, como um comercial de televisão, é claro. Mas da repetição da própria ação de fazer e-mail marketing. É importante que o e-mail seja enviado periodicamente e com a Proposta renovada. É possível ter um produto em oferta e, através de uma campanha de e-mail, criar um senso de urgência para o final da promoção. Mas é importante que cada e-mail enviado traga algo diferente, para não cansar o seu público. E a permanência das suas campanhas de e-mail marketing, além de trazer mais resultados, criarão um vínculo com seu público. Serão, até, desejadas por ele. Que atire a primeira pedra quem já comprou nas grandes lojas de varejo on-line e não gosta de receber suas campanhas de e-mail para saber quais são as novidades do mundo da eletrônica e informática, por exemplo. Para não tornar seus e-mails cansativos, experimente alternar os produtos e serviços divulgados. Mensure os resultados obtidos de leitura e cliques e vá fazendo os ajustes finos na forma e no conteúdo. E-mail marketing dá resultado. Basta fazer bem feito, e antes que seu concorrente o faça.

Fonte:Dinamize

Todos têm falado nas empresas 2.0 e suas quebras e rupturas de paradigmas com as corporações tradicionais. Assim como os grupos de mídia, quem não inovar será engolido pela revolução digital. Porém, a empresa 2.0 tem por pilares muito maiores do que questões digitas: ela se estrutura mais na própria gestão da empresa. Veja abaixo três alicerces de uma empresa 2.0,

A empresa deve ser 2.0

Ser amarelo e dizer que é verde não é um bom negócio. Não minta, não invente números, não esconda fatos, atualize suas estruturas físicas e intelectuais. Tenha objetivos e planos traçados. Coloque-os no topo e corra atrás disso, faça planos. Se concentre e tenha em mente seu foco de conquista.

O foco, aliás, é sempre o consumidor, que é exigente e munido de informações por todos os lados. Ele sabe quando sua empresa está alinhada ou não aos bons valores. Seja uma marca 2.0. Inovação deve ser a palavra de ordem para sua empresa. A ousadia nesses tempos é fator decisivo para decidir quem entra, quem sai ou quem permanece na escolha dos clientes.

Seja mais do que bons discursos. Demonstre a todos que a sua empresa é uma marca alinhada com as novas tecnologias, com a preocupação ambiental, social e que está disposta a mudar a realidade ao redor dela.

A propaganda paga, aqui, é o pior negócio. Todos devem falar espontaneamente da sua empresa, instituição ou produto. A publicidade gratuita demonstra que você está fazendo a lição de casa, que sua marca caiu no gosto dos consumidores e que irão levar adiante seu discurso. Irão defender sua empresa, e isso é a melhor propaganda que você nunca poderia pagar.

A empresa deve estar 2.0

O novo modelo empresarial, denominado 2.0, não remete somente às questões tecnológicas, mas devemos assumir que o digital move grande parte das novas estruturas de uma marca. Chegou ao mercado agora? Talvez sua empresa provavelmente já esteja no digimundo. Já estava no mercado antes? Sua empresa tem a obrigação de realizar mudanças em suas bases, se por algum motivo ela ainda não tenha feito isso.

Redes e mídias sociais, interação, interatividade, resposta, amostra, produtos verdes. Tudo isso faz parte de uma empresa 2.0. Sua gestão deve ser 2.0. Sua empresa deve ser 2.0 para que você esteja certo de que sua empresa é 2.0. É a questão do ser para dizer que é, do ser para poder estar, e estar para poder ser.

A fórmula é simples, porém o trabalho, não. As análises a serem feitas, os discursos a serem trabalhados, o pessoal a ser treinado e, principalmente, a mídia social a ser fiscalizada. Sim, fiscalizada. Não sejamos tolos ao pensarmos que nenhuma empresa deve fiscalizar as novas mídias. Amigos amigos, mídias sociais à parte. O monitoramento é crucial para um trabalho benéfico em sua imagem.

Entretanto, para monitorar é necessário, antes de tudo, ter o que monitorar. Quais ferramentas sua empresa está utilizando? Quais mídias ela implantou no dia-a-dia dos funcionários? O que ela usa como plataforma de respostas rápidas e reclamações de clientes? Seu pessoal está profundamente preparado para lidar com uma empresa 2.0? Lembre-se: esteja 2.0.

A empresa deve fazer 2.0

Fazer 2.0 é tudo aquilo que as outras não fazem, ou, por algum motivo, fazem de maneira precária. Fazer significa agir, correr atrás, demonstrar, construir, modificar e, principalmente, inovar. Trilhe caminhos diferentes, produza de maneira consciente. Faça absolutamente tudo para sua empresa mudar padrões atuais e melhorá-los, agregando valor à sua marca.

Os discursos traçados, os objetivos visados e os planos a serem empregados levarão sua empresa para um patamar diferente, novo, conceitual. Faça 2.0, esteja 2.0 e seja 2.0. Repetindo: a fórmula é simples, o trabalho, não. Porém, com o tempo sua empresa irá ganhar novos rumos, objetivos, forças e, sobretudo, clientes.

Sua empresa já é 2.0? Se ainda não, o que precisa ser feito para que ela entre nesse novo modelo?

Fonte: www.imasters.com.br

Uma pesquisa realizada pela Sophos, empresa de segurança, divulgada nesta quarta-feira, 14/07, mostra que as corporações sofrem e, muito, com o spam. O índice de mensagens indesejadas trocadas entre empresas chega a 97%.

E a empresa faz um alerta: o spam se torna cada vez mais malicioso, uma vez que não se trata mais de propagandas não desejadas, mas, sim, um meio para a propagação de links que levam a sites ilícitos e malwares.

O levantamento constata também que o Brasil, apesar de ter regitrado uma queda de 1,3% em relação ao primeiro trimestre, é o terceiro maior emissor de spam no mundo durante o segundo trimestre, com 5,5% de todo o spam enviado globalmente.

Os EUA se mantém em primeiro lugar entre os 12 países que mais produzem spams contribuindo com 15%,2 das mensagens indesejadas transmitidas mundialmente, aumento de 2,1% em relação ao primeiro trimestre. A segunda posição é ocupada pela Ìndia, que emite 7.7% do spam.

fonte: Ecommerce

Um dos principais receios das empresas em abraçar as Redes Sociais, é, como vemos muitas vezes em noso curso sobre Marketing Digital, a exposição a situações menos agradáveis junto ao consumidor. Falhas de produto, problemas no atendimento, reclamações acerca dos prazos e entregas, enfim, as possibilidades de a empresa se deparar com a insatisfação do cliente são inerentes à participação das Redes Sociais.

E não é pelo fato de ter ou não um perfil oficial no Twitter, Orkut ou Facebook que essa situação vai deixar de existir. Se a empresa não corresponde à expectativa, é muito provável que já existam até conversas, artigos em blogs ou comunidades nas redes sociais sobre ela.

Como deve, então, a empresa reagir a este tipo de comunicação negativa, que traz, em última instância, danos à sua imagem e, consequentemente, perda de credibilidade junto do mercado?

O principio básico para este trabalho é o Monitoramento. Mesmo que não tenha a assessoria de uma empresa especializada, o Marketing da empresa deve ter como preocupação fundamental acompanhar o que se fala dela nos principais canais de comunicação 2.0.

Após identificar alguma reclamação, crítica ou problema, sugerimos que considere o seguinte roteiro, composto por 4 pontos essenciais:

1 – Intervir imediatamente

Num mundo cada vez mais em tempo-real, deixar passar alguma notícia negativa sem resposta pode ser pior do que o problema em sí. Uma análise rápida a sites como o Reclame Aqui ou o Nunca Mais dá uma ideia clara do tempo absurdo que algumas levam para atender as reclamações. E em serviços como o Twitter, em que a comunicação e a viralização de notícias se dá em tempo real, uma pequena reclamação pode se tornar algo com danos quase irreparáveis.

Por isso, acompanhe o que se diz da sua empresa com frequência, e não deixe passar nenhuma menção, sobretudo negativa, sem uma resposta rápida. Pode não ser com a solução, mas pelo menos mostra uma preocupação com o reclamante.

2 – Isolar a conversa

Após a intervenção imediata, solicite um contato direto, por exemplo o email da pessoa que está com o problema, por forma a retirar a conversa do universo sem limites das redes sociais. Com isso, a probabilidade qualquer problema ganhar proporções incontroláveis caí bastante, além de mostrar uma disponibilidade em prestar um atendimento personalizado ao consumidor.

3 – Informar corretamente

Costuma se dizer que pior que o problema é a incapacidade de o resolver. Tendo concretizado os passos anteriores, a empresa precisa ter como prioridade a solução efetiva do problema – e se isso levar algum tempo, ou for algo complexo, não importa. É só manter o reclamante informado. Evite discursos redundantes e informações vagas, que só servem para aumentar os danos à imagem da empresa.

E jamais responda com um “Não Sei”.

4 – Integrar no Pós-Venda

Resolvido o problema, atendida a reclamação, vem o passo mais importante e díficil – o de transformar o cliente insatisfeito num promotor da sua marca. Muitas as empresas conseguem até seguir os três primeiros pontos de uma forma correta, mas esquecem-se do Cliente logo após a situação estar resolvida. Vale lembrar que o boca-a-boca é cada vez mais importante, e que o consumidor está cada vez mais atento ao que se fala das empresas.

Por isso, na sua política de acompanhamento ao Cliente, considere desenvolver algumas ações destinadas aos clientes que reclamaram, como parte da sua estratégia de pós-venda.

Este mundo das Mídias Sociais é relativamente novo no contexto corporativo, e as empresas ainda estão à procura de formas sustentadas de aproveitar ao máximo o potencial inegável deste canal de comunicação com o cliente. Mas não tem como fechar os olhos ao crescimento e aos impactos, positivos e negativos, que a conversação online tem sobre os negócios.

Por isso, comece a preparar o seu time para esta realidade, e não tenha receio. Só não pode é subestimar o consumidor.

Fonte:  http://www.bloglecom.com.br/?p=1490

Por Bruno Mendes para Ponto Marketing (@pontomarketing)

Recentemente foi anunciada a compra de 70% da loja virtual Sack’s pelo grupo francês LVHM, detentora da marca Louis Vuitton. A grande jogada nesta aquisição, por parte do grupo francês, foi à inserção no mercado brasileiro de produtos cosméticos importados, que em virtude da carga tributária para eles, poder chegar a 150%.

O grupo anunciou também outras medidas após a compra, dentre elas a produção de cosméticos no Brasil e a abertura de 500 lojas físicas em território nacional. A grande pergunta é: O que a empresa ganharia abrindo lojas físicas, tendo em vista que lojas virtuais têm um custo menor?

A empresa encontra algumas barreiras e soluções para a expansão, como a presença de concorrentes já consagradas pela venda direta de seus produtos (Avon e Natura) e pelo valor final, já que produtos importados podem ser majorados para mais que o dobro, por conta dos impostos e taxas e nada melhor do que ter a oportunidade que a venda on-line não lhe permite: explicar detalhadamente ao consumidor as vantagens de seu produto, mesmo sendo muito mais caro, possibilitando uma melhor experiência de compra.

Mesmo com o crescimento exponencial que o comércio eletrônico vem apresentando nos últimos exercícios, há produtos que necessitam de uma aproximação maior com seu cliente, tanto para a criação de vínculo forte e duradouro quanto para a identificação do usuário para com o produto.

Cosméticos e perfumes abrangem grande parte dos consumidores brasileiros e dar a oportunidade de seu cliente virtual conhecer lançamentos “in loco” pode ser um fator que desencadeará uma ligação mais forte entre as partes, já que impessoalidade sentida nas compras on-line estará sendo substituída pelo relacionamento direto entre fornecedor e consumidor.

Para mim, o ponto forte da expansão de lojas virtuais para o mercado físico não está nos princípios financeiros, mas no relacionamento com seu cliente, que é a base forte que qualquer mercado precisa. O cliente que compra on-line continuará assim comprando, mas terá a certeza que não será mais tratado como “visitante” e sim como um “cliente” que é importante para a empresa.

E você, o que acha da expansão de lojas virtuais para ambientes físicos?

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